O hábito silencioso que pode aumentar o risco de infarto, diabetes e trombose
Com a rotina agitada e altas demandas do trabalho é comum que ao logo do dia a maioria das pessoas permaneçam sentadas por longas horas. O habito que parece infoesivo com o passar do tempo pode trazer maleficios a saúde.
O meionews.com listou cinco riscos e problemas que podem se desenvolver a partir da prática constante. Veja quais!
A circulação sangguínea é reduzida quando ficamos muito tempo sentados, o que pode provocar o acúmulo de gordura nas artérias. O sedentarismo provoca maior risco de hipertensão, colesterol alto e doenças cardíacas.
Os riscos atingem até mesmo pessoas que praticam exercícios regularmente fora do horário de trabalho. Isso porque o chamado efeito "sentado o dia todo, ativo só à noite" não anula totalmente o risco.
Quando o corpo fica parado por muito tempo, o metabolismo desacelera e a queima de calorias despenca. As enzimas responsáveis por quebrar gordura (como a lipoproteína lipase) ficam menos ativas nos músculos das pernas quando eles não são usados, o que facilita o acúmulo de gordura corporal ao longo do tempo.
Sentar por horas seguidas sobrecarrega a coluna, especialmente a região lombar, e enfraquece músculos importantes como os glúteos, que ficam "desligados" na posição sentada. Isso pode gerar dores crônicas nas costas, tensão no pescoço e ombros, e até dores de cabeça relacionadas à má postura.
A inatividade prolongada reduz a sensibilidade das células à insulina, hormônio que regula o açúcar no sangue. Com o tempo, isso pode levar a picos de glicose mais frequentes e aumentar a probabilidade de desenvolver resistência à insulina, sendo um dos principais fatores de risco para o diabetes tipo 2.
Ficar parado por muitas horas, principalmente com as pernas dobradas pode fazer o sangue se acumular nas veias das pernas. Isso aumenta a chance de formação de coágulos, que em casos graves podem se deslocar até os pulmões e causar uma embolia pulmonar, uma condição potencialmente fatal.